segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Bom pra você, mas não pra mim

Generalizações demais. O que você deveria ter feito, o que você deverá fazer. Tratados como iguais, quando não somos. Alguns conselhos cabem sempre mesmo, mas... mesmo assim. Porque teria que ser daquele jeito? Por isso não é cabível ficar dando os mesmos conselhos a todas as pessoas. Cada um é de um jeito. Até querer ajudar às vezes, atrapalha. E se o caminho que parece logicamente mais fácil não for o caminho certo para determinada da pessoa? Será que ela se sentiria melhor? Digo, há sempre o caminho mais fácil, aquele que provavelmente dará certo e te levará a um ponto já antes calculado. Mas... e se todo mundo começasse a segui-lo? Não seria absurdamente chato? Nossas intuições, sentimentos, vontades fossem deixadas de lado e excluídas para dar lugar a um manual de instruções de "como se portar diante de tal e de tal situação". Sim seria, insuportavelmente chato. Porque se jogar, ir em direção ao caminho mais perigoso, mais duvidoso e mais incerto é insanidade... Não, não é. É natural, mais verdadeiro. Cada um é cada um e ponto. A felicidade, não é ter um sorriso no rosto. A felicidade está em se fazer o que mais se encaixa com você. Tem gente que não precisa nem quebrar a cara para aprender, tem gente que quebra a cara uma vez e já aprende, tem gente que depois de 50 vezes quebrada aprende, e tem gente e nunca aprende. Não adianta querer que ninguém se decepcione. O problema é que tudo indica que todos seguirão o mesmo caminho, se não segues a lógica dizem: é louco. Há uma grande diferença entre o certo e o errado e o que se quer fazer. Certo e errado é relativo, quando se diz respeito aos sentimentos...

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