sábado, 5 de janeiro de 2013
Dor..
Está fora de cogitação querer saber das notícias do mundo. Hoje, não. Aquele dia, que parece que está reservado para a dor, para a distração, para o pensamento. E não adianta tentar fugir. Você só quer estar consigo mesmo. E tudo o que você olha é velho, o mesmo, um marasmo. Os sentimentos... aqueles mesmo que você falou a semana inteira que não ligava pra eles e que não existiam em você, vieram com tudo, com tudo, com força. Bateram, de repente, e ficaram. O livro que não se consegue ler, a voz que não consegue se escutar. De repente, tudo é uma coisa só. Tudo é dor. Respeito a ela.. sem ela, oh- o que seriam dos outros dias? Mas impossível amá-la, quando se a sente. Dá vontade de arrancá-la. Só se fica bonita... às vezes... quando se a descreve, ou melhor, quando se tenta a descrever (...)
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